quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A produção


A Sarau Agência de Cultura Brasileira foi fundada pela jornalista Andréa Alves e a arte-educadora Ana Luisa Lima em 1992, como uma produtora essencialmente comprometida com a memória e a difusão da cultura brasileira. Nos quatorze anos de existência, já representou grandes instrumentistas (do erudito ao popular) como o Quinteto Villa-Lobos, O Trio – Maurício Carrilho, Paulo Sérgio Santos e Pedro Amorim, Água de Moringa, Maria Teresa Madeira, Guinga, Boca Livre, Sivuca, entre outros craques; realizou mais de 50 projetos culturais, contabilizados em mais de 400 apresentações (shows/teatro), 07 CD’s (com 02 troféus e 03 indicações ao Prêmio Sharp). Uma contribuição incalculável para o cenário cultural nacional. Seguem abaixo os destaques:

Na área de música, constam no seu currículo projetos com grandes nomes e gêneros da cultura nacional, como Chorando no CCBB (1995), Chiquinha Gonzaga (1995), Ernesto Nazareth (1996), Pixinguinha (1997), Hermeto Paschoal (1998), Adoniran Barbosa e Carmem Miranda (1999); a série Cantorias - Nordestinas (1999) e Amazônicas (2000), Elizete Cardoso (2000). Programou a reabertura do histórico Teatro de Arena, em 1998, palco do Grupo Opinião, com os projetos Revendo o Opinião, Terças Instrumentais e Shows (de MPB). Produziu Aquarela PoliBrasil, com Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Monarco, Walter Alfaiate e outros bambas do samba. E em 2001, numa parceria com o Grupo Tá na Rua e a Fundação RIOARTE, o projeto Praças levou inúmeras atrações a Praça Tiradentes entre agosto e dezembro.

A partir do ano de 2004, realiza a Escola Portátil de Música, projeto de formação musical com base no choro – gênero 100% brasileiro, uma parceria com o Instituto Casa do Choro que atendeu a mais de 1.000 alunos em seu primeiro ano de atividades.

Na área teatral, iniciou suas atividades com o projeto de Revistas Musicais, com Forrobodó, agraciado com o Prêmio Mambembe como um dos 5 melhores espetáculos do ano de 1995. Em 2001, com Engraçadinha, seus amores e pecados (direção de André Paes Leme), teve o espetáculo indicado para a categoria especial do Prêmio Shell de Teatro.


Em 2002, o musical Elis – Estrela do Brasil alcançou a marca de 105 apresentações, com um público de mais de 25 mil pessoas e US$ 4 milhões em retorno de mídia espontânea. No mesmo ano, a Sarau realizou a produção da turnê que comemorou os 20 anos do Grupo Galpão. Em 2003, com o mesmo grupo, produziu a temporada no Teatro Villa-Lobos, da peça O Inspetor Geral, com direção de Paulo José e realizou o espetáculo musical A Arca de Noé – Vinícius para Crianças, o primeiro musical infantil de seu currículo, com temporadas de sucesso nos teatros Villa-Lobos e Carlos Gomes/RJ.

Em 2005 fez a produção da 2ª passagem da peça Os Sete Afluentes do Rio Ota pelo Rio de Janeiro, com direção de Monique Gardenberg; além de ter sido convidada para coordenar a produção do Festival Rio de Inverno. Já em 2006, realizou o espetáculo Antonio e Cleópatra (Shakespeare), texto inédito no Brasil, em co-produção com a atriz Maria Padilha, com direção de Paulo José e tradução de Geral- do Carneiro. Recentemente fez a produção local do espetáculo “Um Homem é um Homem”, do Grupo Galpão, com direção de Paulo José.

A Sarau está desenvolvendo o Biênio Grande Othelo que deu seu pontapé inicial com o musical Grande OtheloEta Moleque Bamba! (direção de André Paes Leme), que estreou no teatro SESI/RJ, em 2004, e já circulou por Minas Gerais (BH, Ipatinga e Uberlândia) e Brasília. Também faz parte do projeto a organização e digitalização do acervo do artista, uma biografia (por Sérgio Cabral), estas duas ações em curso, além de um documentário (dirigido por Evaldo Mocarzel) e uma vídeo - exposição.

Abrindo o ano de 2007, a empresa, que completa 15 anos dedicados à cultura, estreou no teatro Sesc Ginástico – RJ o espetáculo teatral da obra de Guimarães Rosa, “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, direção de André Paes Leme, com Vladimir Brichta e grande elenco. Atualmente está realizando o projeto “Ariano Suassuna – 80 anos”, em homenagem a este grande ícone da cultura brasileira. O projeto embarca as seguintes ações: Semana Armorial Ariano Suassuna; exposição “A Terra, o Altar, o Sonho”, memória (acervo e site) – estas ações em curso; além do espetáculo teatral “Farsa da Boa Preguiça”, em fase de captação.

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