Apresentamos a proposta de encenação desta ópera em
1 ato sobre a vida de Monteiro Lobato. A proposta é realizarmos uma temporada de no mínimo 2 meses em teatro do Rio de Janeiro, no segundo semestre de 2012. ![]() |
| Cenário idealizado para a primeira montagem |
Compor e encenar uma ópera no Brasil ainda é,
infelizmente, um privilégio. Apesar do gênero ter conquistado platéias cativas no passado, estas não se renovaram, bem como o próprio repertório, que ficourestrito a alguns clássicos. Assim como foi originalmente, a ópera pode e deve recuperar, no entanto, seu caráteressencialmente popular, através de espetáculos que interessem uma larga camada do público, sem importar qual seja a sua idade, classe social ou mesmo nível de instrução.
infelizmente, um privilégio. Apesar do gênero ter conquistado platéias cativas no passado, estas não se renovaram, bem como o próprio repertório, que ficourestrito a alguns clássicos. Assim como foi originalmente, a ópera pode e deve recuperar, no entanto, seu caráteressencialmente popular, através de espetáculos que interessem uma larga camada do público, sem importar qual seja a sua idade, classe social ou mesmo nível de instrução.
“A Redenção...” teve sua estréia em SP, em 1998, no projeto Pocket Opera, que vem sendo realizado pelo SESC de São Paulo. Desde então, Tim Rescala vem tentando a sua viabilidade no Rio de Janeiro, sem sucesso. Até que encontrou um apoio da Caixa Cultural, que aportará parte dos recursos necessários a remontagem do espetáculo.
A vida de Monteiro Lobato foi tão rica e instigante, que nem mesmo uma grande montagem daria cabo de contá-la sem deixar algo de fora. Nesta pequena ópera, que dura pouco mais de uma hora, procurei abordar apenas alguns fatos e aspectos da criação e da personalidade deste grande brasileiro, que melhor o caracterizassem para um público que provavelmente só o conhece das deliciosas histórias do Sitio do Picapau Amarelo. Mesmo não sendo destinada às crianças, A Redenção pelo Sonho não poderia deixar de falar desse universo infantil, o qual procurei abordar com a ajuda do teatro de bonecos. Para tanto, tive a felicidade de contar com a maestria de Álvaro Apocalypse e seu grupo Giramundo, que, como é de costume em seu trabalho, deu uma nova dimensão cênica ao material que recebeu.
Tim Rescala

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