quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Retorno do Patrocinador

Logomarca em todos os materiais impressos e promocionais do projeto:
Programas, Cartazes, Filipetas, Convites, Fachada do Teatro, Banner interno no hall;
Menção na locução (para todas as cotas) antes do início do espetáculo;
Direito e distribuição de peças promocionais, sampling, folhetos brindes e sorteios (somente para a cota "Apresenta")


Cota diária de 10 ingressos/cortesia para a temporada prevista, ou proporcional ao patrocínio investido;

Desconto de 20% nos ingressos para funcionários da empresa, valendo para até duas pessoas por crachá apresentado na bilheteria;

O desconto pode ser extensivo para programas de fidelização; 

A cota "Apresenta" terá 1 pré-estréia exclusiva para seus convidados.

Outras ações de relacionamento podem ser discutidas com os produtores.

 
Logomarca com destaque em toda a Mídia paga pelo projeto.


Veículos previstos:

1 anúncio semanal em jornal de grande circulação, durante a temporada;




O enfoque da nossa assessoria de comunicação será em cultura, educação, lazer, personalidades, curiosidades, comportamento etc. O desenvolvimento do trabalho será realizado da seguinte maneira:

Kits completos para todos os grandes veículos de comunicação com a logo do patrocinador;

Notas e fotos exclusivas para colunas sociais

Convites para formadores de opinião;

Revistas semanais/mensais;

Programas especiais para TV a cabo;

Sites de arte e cultura;

RP com a imprensa;

A produção


A Sarau Agência de Cultura Brasileira foi fundada pela jornalista Andréa Alves e a arte-educadora Ana Luisa Lima em 1992, como uma produtora essencialmente comprometida com a memória e a difusão da cultura brasileira. Nos quatorze anos de existência, já representou grandes instrumentistas (do erudito ao popular) como o Quinteto Villa-Lobos, O Trio – Maurício Carrilho, Paulo Sérgio Santos e Pedro Amorim, Água de Moringa, Maria Teresa Madeira, Guinga, Boca Livre, Sivuca, entre outros craques; realizou mais de 50 projetos culturais, contabilizados em mais de 400 apresentações (shows/teatro), 07 CD’s (com 02 troféus e 03 indicações ao Prêmio Sharp). Uma contribuição incalculável para o cenário cultural nacional. Seguem abaixo os destaques:

Na área de música, constam no seu currículo projetos com grandes nomes e gêneros da cultura nacional, como Chorando no CCBB (1995), Chiquinha Gonzaga (1995), Ernesto Nazareth (1996), Pixinguinha (1997), Hermeto Paschoal (1998), Adoniran Barbosa e Carmem Miranda (1999); a série Cantorias - Nordestinas (1999) e Amazônicas (2000), Elizete Cardoso (2000). Programou a reabertura do histórico Teatro de Arena, em 1998, palco do Grupo Opinião, com os projetos Revendo o Opinião, Terças Instrumentais e Shows (de MPB). Produziu Aquarela PoliBrasil, com Dona Ivone Lara, Nelson Sargento, Monarco, Walter Alfaiate e outros bambas do samba. E em 2001, numa parceria com o Grupo Tá na Rua e a Fundação RIOARTE, o projeto Praças levou inúmeras atrações a Praça Tiradentes entre agosto e dezembro.

A partir do ano de 2004, realiza a Escola Portátil de Música, projeto de formação musical com base no choro – gênero 100% brasileiro, uma parceria com o Instituto Casa do Choro que atendeu a mais de 1.000 alunos em seu primeiro ano de atividades.

Na área teatral, iniciou suas atividades com o projeto de Revistas Musicais, com Forrobodó, agraciado com o Prêmio Mambembe como um dos 5 melhores espetáculos do ano de 1995. Em 2001, com Engraçadinha, seus amores e pecados (direção de André Paes Leme), teve o espetáculo indicado para a categoria especial do Prêmio Shell de Teatro.


Em 2002, o musical Elis – Estrela do Brasil alcançou a marca de 105 apresentações, com um público de mais de 25 mil pessoas e US$ 4 milhões em retorno de mídia espontânea. No mesmo ano, a Sarau realizou a produção da turnê que comemorou os 20 anos do Grupo Galpão. Em 2003, com o mesmo grupo, produziu a temporada no Teatro Villa-Lobos, da peça O Inspetor Geral, com direção de Paulo José e realizou o espetáculo musical A Arca de Noé – Vinícius para Crianças, o primeiro musical infantil de seu currículo, com temporadas de sucesso nos teatros Villa-Lobos e Carlos Gomes/RJ.

Em 2005 fez a produção da 2ª passagem da peça Os Sete Afluentes do Rio Ota pelo Rio de Janeiro, com direção de Monique Gardenberg; além de ter sido convidada para coordenar a produção do Festival Rio de Inverno. Já em 2006, realizou o espetáculo Antonio e Cleópatra (Shakespeare), texto inédito no Brasil, em co-produção com a atriz Maria Padilha, com direção de Paulo José e tradução de Geral- do Carneiro. Recentemente fez a produção local do espetáculo “Um Homem é um Homem”, do Grupo Galpão, com direção de Paulo José.

A Sarau está desenvolvendo o Biênio Grande Othelo que deu seu pontapé inicial com o musical Grande OtheloEta Moleque Bamba! (direção de André Paes Leme), que estreou no teatro SESI/RJ, em 2004, e já circulou por Minas Gerais (BH, Ipatinga e Uberlândia) e Brasília. Também faz parte do projeto a organização e digitalização do acervo do artista, uma biografia (por Sérgio Cabral), estas duas ações em curso, além de um documentário (dirigido por Evaldo Mocarzel) e uma vídeo - exposição.

Abrindo o ano de 2007, a empresa, que completa 15 anos dedicados à cultura, estreou no teatro Sesc Ginástico – RJ o espetáculo teatral da obra de Guimarães Rosa, “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, direção de André Paes Leme, com Vladimir Brichta e grande elenco. Atualmente está realizando o projeto “Ariano Suassuna – 80 anos”, em homenagem a este grande ícone da cultura brasileira. O projeto embarca as seguintes ações: Semana Armorial Ariano Suassuna; exposição “A Terra, o Altar, o Sonho”, memória (acervo e site) – estas ações em curso; além do espetáculo teatral “Farsa da Boa Preguiça”, em fase de captação.

Giramundo



  O Giramundo é um grupo muito ativo. No campo   da produção de espetáculos, criou 33 peças em 37   anos, o que representa quase uma montagem por   ano. Este ritmo acelerado foi um dos responsáveis   pela formação da significativa coleção de bonecos do grupo, além de formar uma ampla experiência de montagem de espetáculos para teatro de bonecos. Dois lados coexistem na criação dos espetáculos do Giramundo: um tradicional, interessado pelas formas históricas do teatro de bonecos, e outro experimental, orientado pela pesquisa das possibilidades de encenação com bonecos. Essa dualidade se traduz praticamente em toda a carreira do Giramundo, especialmente nas últimas montagens, onde a introdução do video abriu novas possibilidades de intercâmbio entre teatro de bonecos e video animação.
A produção dos novos espetáculos do
Giramundo se dá, na atualidade, por meio de núcleos de criação. Uma característica marcante desta sequência de produções é o diálogo estabelecido entre as montagens. Esse diálogo ocorre tanto tecnicamente quanto no estilo e no conteúdo dos espetáculos. Isso fica evidente na série Miniteatro Ecológico, mas

também está presente nas três últimas grandes

montagens para adultos do grupo: Pinocchio,


(2007). Neles, além de similaridades de estilo, há uma

clara evolução na utilização das videoanimações,

no trabalho corporal dos atores e na própria criação dos bonecos.


Tim Rescala



Compositor, pianista, arranjador, autor teatral e ator. Filho de músicos, nasceu no Rio de Janeiro, a 21 de novembro de 1961. Estudou teoria musical e piano (com Maria Yêda Cadah) na Escola de Música da UFRJ de 1976 à 1978. Em 1979, nesta mesma escola, estudou contra-ponto e arranjo com Hans-Joachim Koellreutter, com quem passou a estudar composição até 1983. Em 1979 ganhou o primeiro prêmio do Concurso de Composição da Escola de Música Villa-Lobos e Colégio da OSB.
Até este ano, trabalhou como arranjador e pianista de música popular, quando então começou a fazer música para teatro, tendo trabalhado em mais de cinqüenta espetáculos como compositor e diretor musical. Participou de diversos festivais e mostras de música contemporânea no Brasil e no exterior, com destaque para o Festival Sonidos de las Américas-Brasil, realizado em abril de 1996, em Nova Iorque, onde apresentou duas obras no Weill Recital Hall, no Carnegie Hall.

Atualmente trabalha com música popular, música de concerto e música incidental: para o teatro, trabalhando com diretores como Aderbal Freire-Filho, Amir Haddad e Alvaro Apocalypse, do grupo Giramundo; para a televisão, principalmente como produtor musical na TV Globo desde 1988; para a dança, criando roteiros e músicas para a Orquestra Brasileira de Sapateado e para cinema e vídeo, com destaque para sua colaboração com o diretor Eduardo Coutinho. É membro fundador do Estúdio da Glória, cooperativa de compositores criada em 1981 no Rio, para possibilitar a realização de obras eletro-acústicas. Juntamente com Rodolfo Caesar, produziu dois CDs de música eletroacústica para o selo Rio-Arte Digital.

Recebeu vários prêmios por sua obra infantil no teatro, como " Pianíssimo “, " A Orquestra dos Sonhos ", “Papagueno”, “ A Redenção pelo Sonho”, “Brincando de Orquestra “,  “O Cavalinho Azul” e “A Turma do Pererê”. É assíduo colaborador das Cias. Burlantins e Grupo Galpão, ambas de Belo Horizonte, tendo conquistado vários prêmios importantes com esses grupos. Pianíssimo, traduzida e dirigida por Tânia Costa, tornou-se a primeira peça infantil a ser apresentada na Comédie Française de Paris, desde sua fundação. A mesma diretora montou também Papagueno, apresentada em várias cidades francesas em 2.002 e 2.003.

Em novembro de 2.002 lançou o selo Pianíssimo, que tem em seu catálogo o CD Romance Policial, contendo sete obras de teatro musical, “Desritmificações” (2003) , o primeiro do Quinteto Tim Rescala, que conta com Oscar Bolão (bateria), David Ganc (sax e flauta), Ronaldo Diamante (contrabaixo) e Fábio Adour (violão) além de Tim, no piano, sampler e composições; “Contos, cantos e acalantos”, deu a José Mauro Brant e Tim Rescala o Prêmio TIM de melhor CD infantil de 2.002.

Em 2.004 e 2.005 fez a música para a microsérie “Hoje é dia de Maria”, para a TV Globo, com direção de Luiz Fernando Carvalho, com lançamento em CD pela Som Livre. Em 2.005 tornou-se diretor da Sala Baden Powell, no Rio de Janeiro.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Roteiro

Abertura Instrumental

1." Carta a Godofredo " 


Lobato, sozinho em seu quarto, respondendo a uma carta de seu amigo Godofredo Rangel, que sugeriu a Lobato que escreva suas memórias.
2." Na Tribuna de Areias "
Lobato trava um duelo verbal com um defensor público na tribuna de Areias. Estando em desvantagem, é salvo por Dona Benta, que o estimula a usar seus conhecimentos de literatura. Lobato faz então um discurso empolgante, saindo vitorioso.




3." Na Fazenda Buquira "
Assustado inialmente com sua própria imaginação que o faz ver pessoas do passado e seus personagens em seu quarto, Lobato acaba gostando da brincadeira. Ele agora começa a relembrar seus dias como fazendeiro, amargando o azar de ter o próprio Jeca Tatu como capatáz. Inconformado com a falta de empenho e iniciativa de seus empregados liderados por um capatáz-preguiça, põe o Jeca pra correr.


4.“ O Levante das Criaturas “
De volta a sua carta a Rangel, Lobato lamenta a má sorte com os estragos do Jeca na fazenda, sendo, porém, consolado por Tia Anastácia, que lhe trás alguns bolinhos. Estes, não chegam a ser comidos por Lobato, pois o Marquês de Rabicó, sem ser visto, acaba comendo todos.


Tia Anástica reclama com Lobato, acusando-o de ser injusto com o Jeca, aproveitando para reclamar também dos comentários depreciativos que sofre de Emília. Ela tenta pegar o Marquês, o gatuno dos bolinhos, que consegue fugir, aproveitando, sem antes deixar de xingá-la de negra beiçuda.


Lobato leve um pito de Tia Anastácia, mas veste a carapuça, refazendo suas posições. Admite que o caboclo não é um Jeca Tatu, mas está um Jeca Tatu. Faz um discurso de louvor ao Brasil, decidindo se empenhar na propagação da riqueza cultural do país que se encontra adormecida.


5.“ Saci X Visconde “
O Saci, ouvindo a defesa apaixonada de
Lobato das lendas e crenças da cultura popular,
resolve aparecer também, dando uma boa dor-de-cabeça ao seu criador, ao se esgueirar entre seus livros e bagunçar sua biblioteca.


O Visconde de Sabugosa, que há muito está a procura do moleque, aparece com uma peneira para agarrar Saci. Conta para Lobato, a quem chama de mestre, que o Saci não poupa ninguém de suas diabruras, nem mesmo o próprio Lobato. Embora o Saci negue, o Visconde conta a Lobato que o neguinho pôs o dedo em suas editoras e fez gorar todas elas. Revoltado, o escritor se usa de seu conhecimento de Sacis, conseguindo arrancar-lhe a carapuça vermelha, facilitando o trabalho do Visconde, que finalmente agarra o moleque e o leva embora.Lobato volta a sua carta. 


6.” Viva a Polêmica “
Lobato lamenta a traição do Saci, mas sabe que suas sucessivas falências aconteceram porque tinham mesmo que acontecer. Ao menos, pode editar bons livros. Quando começa a citá-los em sua carta p/ Godofredo, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e o Padre Salles Brasil aparecem para contradizê-lo.


Mexendo em sua biblioteca, eles argumentam e criticam os livros editados por Lobato, culminando com o padre Salles Brasil, que tenciona colocar fogo em sua biblioteca, como já fez com alguns de seus livros. Lobato é salvo por Emília, que aparece para defendê-lo, enxotando todos para fora da biblioteca.




7. “ Mr. Slang e a Descoberta da América “
Do apogeu ao crash de 29, as aventuras de Lobato na terra do Tio Sam, guiado por Mr. Slang, o inglês da Tijuca.




8." Na Prisão"
Com a compania de seus personagens, Lobato amarga seus dias na prisão, sem deixar de lado os livros e as cartas.


Bonecos : Getúlio, Visconde, Hércules ; cont. : Anastácia; ten. : Jeca Tatu/Zé Brasil; sop.  Emília; bar. : Visconde (voz)


9.“ Viagem ao Céu “ (personagens, ao redor de seu leito, encorajam Lobato para que faça sua última viagem).

Ficha Técnica


Composição e Regência, Tim Rescala


Direção cênica, Chico Pelúcio


Assistente de direção, Tânia Costa


Cenários, figurinos, bonecos e marionetistas, Grupo Giramundo


Iluminador, Aurélio de Simoni


Direção de produção,


Ana Luisa Lima e Andréa Alves


                                              Realização, Pianíssimo


Cantores:
Monteiro Lobato: Lenine Santos, tenor
Tia Anastácia:  Aline Réa, contralto
Jeca Tatu, Oswald de Andrade, Mr. Slang e Zé Brasil: Zé Rescala, tenor
Dona Benta, Emília, corista e trabalhadora rural: Doriana Mendes, soprano
Visconde e defensor público: Jorge Matias, barítono
Músicos:
Maria Teresa Madeira, piano; Andréa Ernest Dias, flauta; Lúcia Morelembaum, clarinete; Lulu Pereira, trombone; Ana de Oliveira, violino; David Chew, violoncelo; Rodolfo Cardoso, percussão.